Refrigerante

A função do refrigerante é transferir energia de um nível e eliminá-la num nível superior. Existem diferentes tipos de refrigerantes primários, cada um com caraterísticas técnicas específicas, com pressão, temperatura, entalpia, e volume específico adequados a cada necessidade.

Existem diferentes tipos de refrigerantes primários, cada um com caraterísticas técnicas específicas, com pressão, temperatura, entalpia, e volume específico adequados a cada necessidade.

O uso de diferentes tipos de refrigerantes depende da dimensão do sistema, mas também do ano de fabrico. Nos últimos anos, a importância dada ao efeito dos refrigerantes no ambiente, fez com que se passassem a utilizar refrigerantes diferentes. Consequentemente, os refrigerantes naturais tornaram-se mais populares.

A função do refrigerante é transferir energia de um nível e eliminá-la num nível superior. O processo cíclico do refrigerante pode ser ilustrado através de um LogP baseado nas seguintes condições:

1. O refrigerante é mantido sob pressão à temperatura ambiente como líquido subarrefecido; 
2. O refrigerante é expandido para uma pressão mais baixa no ponto de saturação; 
3. A influência do calor do meio ou da matéria a ser arrefecida provoca a ebulição do refrigerante a baixa pressão no evaporador; 
4. Assim que o refrigerante é evaporado, tornando-se vapor saturado e seco, é comprimido no compressor até uma pressão superior como vapor sobreaquecido; 
5. No condensador, o vapor é condensado a alta pressão através da transferência de energia com, por exemplo, o ar a uma temperatura mais baixa do que a do ponto de saturação. 

Refrigerantes típicos: 

• Os refrigerantes sintéticos do tipo CFC, HCFC, e HFC afetam o efeito de estufa. Por exemplo, R134a, R404A, R407C, R410A, R507A 
• Refrigerantes naturais: R717 (amónia), R290 (propano), R600a (isobutano), R744 (dióxido de carbono). 





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