Refrigerantes naturais

Os refrigerantes naturais têm um efeito inexistente, ou insignificante, na camada do ozono e no efeito de estufa. São amplamente utilizados em pequenas aplicações, como bombas de calor, pequenos chillers, e sistemas comerciais.

Há já alguns anos que os refrigerantes naturais são a escolha mais adequada para os sistemas de arrefecimento industrial na indústria alimentar e de bebidas para a produção e o armazenamento - especialmente o NH3 e o CO2 utilizados para fins industriais a baixas temperaturas.

A crescente importância dada ao efeito dos refrigerantes no ambiente fez com que os refrigerantes naturais ganhassem novo fôlego. Atualmente, são amplamente utilizados em em pequenas aplicações, como bombas de calor, pequenos chillers, e sistemas comerciais - sendo os tipos HC particularmente comuns em pequenos sistemas.  Dentro destes, os mais comuns são o R600a e o R717. A classificação HC significa hidrocarboneto, e ilustra a composição das moléculas. 

Os refrigerantes naturais têm um efeito inexistente, ou insignificante, na camada do ozono e no efeito de estufa. Consequentemente, existe um esforço intenso para incorporar os refrigerantes naturais nos sistemas de arrefecimento do futuro.

Substâncias puras

R170              Etano
R290              Propano
R600a            Isobutano
R717              Amónia
R718              Água
R729              Ar
R744              Dióxido de Carbono
R1270            Propileno

Misturas

O PDO (Potencial de Destruição do Ozono) é um valor que indica o efeito de um refrigerante na camada do ozono comparando com um valor 1,0 de R12. 

O PAG (Potencial de Aquecimento Global) é um valor que indica o efeito do refrigerante no efeito de estufa comparando com um valor 1,0 do Dióxido de Carbono.





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